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As maravilhas tecnol que t tornado menor o planeta em termos de comunica e dist coexistem com a enorme e cada vez maior dist entre riqueza e pobreza, entre desenvolvimento e subdesenvolvimento.A globaliza uma realidade objetiva que p de manifesto nossa condi de passageiros de um mesmo navio, este planeta habitado por todos. Mas, nesse barco, os passageiros viajam em condi muito desiguais.Uma ex minoria viaja em camarotes de luxo dotados de Internet, telem acesso a redes globais de comunica disp de dieta aliment abundante e balanceada; consomem limpa; t atendimento m sofisticado e acesso cultura.Uma incomensur e desconsolada maioria viaja em condi que se assemelham horr travessias do com de escravos entre a e a Am no passado colonial. Amontoados em por insalubres, com fome, doen e desesperan assim viajam nesse navio, 85% de seus passageiros.evidente que carrega injusti demais para manter se na superf e segue um curso t irracional e absurdo que n capaz de chegar em porto seguro. Este navio parece destinado a chocar se com um iceberg. Se isso acontecer, nos afundaremos todos.Seguindo esses princ os pa desenvolvidos e, em especial os Estados Unidos, as grandes multinacionais benefici dessa pol e o Fundo Monet Internacional planejaram, nas duas d a ordem econ mundial mais hostil para o progresso de nossos pa e tamb a mais insustent para a manuten da vida em termos sociais e ambientais.A globaliza foi encerrada na camisa de for do neoliberalismo e como tal, tende a globalizar n o desenvolvimento, mas a pobreza; n o respeito soberania nacional de nossos Estados, mas sua viola n a solidariedade entre os povos, mas o “salve se quem puder” no meio da competi desigual do mercado. Sob pol neoliberais, a economia mundial teve um crescimento global entre 1975 e 1998 que foi apenas a metade do atingido no per 1945 1975, com pol keynesianas de regula de mercados e ativa participa do Estado na economia.Na Am Latina, onde o neoliberalismo tem sido aplicado com ortodoxia doutrin o crescimento econ da etapa neoliberal tampouco vai mais al da metade do que se obteve com pol desenvolvimentistas dirigidas pelos Estados. A Am Latina n tinha d logo depois do p Hoje devemos quase um milh de milh de d A d por habitante a mais alta do mundo. A diferen de renda entre os ricos e os pobres tamb a mais alta do mundo.A n regulac neoliberal e a liberaliza da conta de capital t profundas repercuss negativas numa economia mundial onde floresce a especula nos mercados de divisas e de derivados financeiros, nos quais se realizam transa di n inferiores a tr milh de milh de d a maioria das quais s totalmente especulativas.Exige se a nossos pa maior transpar na informa e uma efetiva supervis banc mas entidades financeiras como os fundos de cobertura, n oferecem informa sobre suas atividades, n t regula alguma e realizam opera com montantes muito superiores a todas as reservas dos bancos dos pa do Sul.No clima de especula desmedida, os movimentos de capital de curto prazo tornam vulner os pa do Sul frente a qualquer conting externa.Obriga se o Terceiro Mundo a imobilizar recursos financeiros e a endividar se para manter reservas em divisas com a ilus de resistir a ataques especulativos. Isto d lugar ao fato absurdo de que com suas reservas, os pa pobres oferecem financiamento barato e a longo prazo ao pa mais rico e poderoso do mundo, reservas que podem ser investidas n no desenvolvimento econ mas tamb no social.Se Cuba tem podido fazer o que tem feito na educa na sa na cultura, na ci no esporte e em outras esferas sociais, com que ningu no mundo questiona, apesar do bloqueio econ que j dura quatro d e ademais, tem revalorizado sete vezes sua moeda nos anos, em rela ao d isso foi poss pelo privil de n pertencer ao Fundo Monet Internacional.Um sistema financeiro que obriga os pa a manter congelados t volumosos recursos de que necessitam desesperadamente para proteger se da instabilidade gerada pelo pr sistema e propicia que os pobres financiem os ricos, um sistema que deve ser demolido.J hora de que o Terceiro Mundo demande com energia a demoli de um organismo que n oferece estabilidade economia mundial e que funciona n para entregar fundos preventivos aos devedores e evitar crises de liquidez, sen para proteger e resgatar os credores.Que racionalidade ou que pode haver numa ordem monet internacional que permite a uns t cujos cargos dependem do apoio norte americano, planejar em Washington, programas de ajuste econ sempre iguais para ser aplicados enorme variedade de pa e de problemas concretos do Terceiro Mundo?Quem assume a responsabilidade quando os programas de ajuste ocasionam caos social, paralisam e desestabilizam pa com grandes recursos humanos e naturais, como aconteceu na Indon e no Equador?Para o Terceiro Mundo de vital import fazer desaparecer esta sinistra institui e a filosofia que representa e substitu por um regulador das finan internacionais que funcione sobre bases democr e sem poder de veto para ningu que n seja um defensor exclusivo dos credores ricos, que n imponha condi ingerencistas e permita regular os mercados financeiros para frear a especula desenfreada.Uma forma poss para fazer isto seria estabelecer um imposto n de 0,1%, como prop o genial Tobin, mas de 1% no m transa financeiras especulativas, que permitiria criar, ademais, um volumoso e necess fundo, superior ao milh de milh de d por ano, para o verdadeiro, sustent e integral desenvolvimento do Terceiro Mundo.A d externa dos pa subdesenvolvidos assombra pelo montante gigantesco, pelo escandaloso mecanismo de submiss e explora que implica e pela rid forma proposta pelos pa desenvolvidos para fazer lhe frente.Essa d supera j os US$ 2,5 milh de milh e tem tido na d atual um crescimento ainda mais perigoso que o dos anos 70.Uma grande parte dessa nova d pode mudar de m com facilidade nos mercados secund est mais dispersa e mais dif de renegociar.Uma vez mais devo repetir o que desde 1985 vimos expondo: a d j foi paga, se se levar em conta os termos em que foi contra o vertiginoso e arbitr crescimento das taxas de juros do d na d anterior e as quedas de pre dos produtos b fonte fundamental de receitas dos pa que ainda est por desenvolver se. A d continua alimentando se a si mesma num c vicioso onde se pede emprestado para poder pagar os juros.Hoje mais evidente que nunca que a d n um problema econ mas pol e, portanto, exige uma solu pol N se pode continuar ignorando que se trata de um assunto cuja solu tem que vir fundamentalmente de quem tem os recursos e o poder para isso: os pa ricos.
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